Técnicas de Psicoterapia Holística,
Recomendação de Florais,
Apoio nos tratamentos de Transtornos Depressivos, Ansiedades, Pânico, Fobias, Disfunções Alimentares, Terapia de Casais.

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domingo, fevereiro 09, 2014

O que é Terapia Comportamental
 
Psicoterapia na Análise do comportamento é um processo privilegiado de crescimento humano que envolve duas pessoas (o terapeuta e o cliente). Juntos eles buscam identificar, explorar e analisar ações, pensamentos e todas as nuances de emoções que possam estar trazendo ao cliente problemas ou transtornos para sua vida e/ou para a vida das pessoas que o rodeia. Em última instância, a psicoterapia nos dá um espaço, um tempo, uma privacidade e uma oportunidade para ouvirmos nossos próprios pensamentos, prestarmos atenção em nossos sentimentos, olharmos o nosso ambiente, revermos nossa visão de mundo e assim nos relacionarmos com ele a partir de um jeito novo de ser. Psicoterapia Comportamental (TC) é o nome dado à abordagem em psicoterapia que se fundamenta no Behaviorismo Radical de B. F. Skinner. Ela se caracteriza por fundamentar-se em princípios sobre o comportamento, definidos a partir de conhecimentos teóricos e práticos, preocupando-se ainda com a comprovação científica de seus procedimentos. Ao contrário do que muitos pensam, ela não trata apenas dos “sintomas observáveis”, mas entende o comportamento como uma relação entre o sujeito e o seu ambiente. Portanto, o terapeuta comportamental investiga vários aspectos do comportamento (motores, afetivos, cognitivos) e busca estabelecer relações deste comportamento com as condições físicas e sociais em que estes ocorrem. O processo terapêutico consiste numa análise funcional (em função de que) do comportamento do cliente. Normalmente o cliente “busca alguém que o ‘cure', isto é, sente e percebe em sua vida que algo está errado, e quer mudar. No entanto, o analista do comportamento sabe que o comportamento que o indivíduo emite foi selecionado pelas conseqüências, tem uma função dentro do seu repertório, mesmo quando aparentemente é inadequado.”... “Portanto, a primeira consideração que precisa ser feita é que o comportamento do cliente tem uma função . Cabe ao terapeuta descobrir porque (em que contingências) este comportamento se instalou e como ele se mantém. Esta descoberta se faz pela análise funcional que, em clínica, envolve pelo menos 3 momentos da vida do cliente: sua história passada, seu comportamento atual e sua relação com o terapeuta”. (Delitti, 1997)
No processo terapêutico, as indagações do terapeuta auxiliam o indivíduo a estabelecer relações funcionais entre seu modo de agir e sentir e as circunstâncias antecedentes e conseqüentes que controlam seu comportamento. Nesse processo, o terapeuta passa a representar o ambiente verbal que fornece as contingências necessárias à auto-observação. 
“A psicoterapia é, freqüentemente, um espaço para aumentar a auto-observação, para ‘trazer à consciência' uma parcela maior daquilo que é feito e das razões pelas quais as coisas são feitas. Tanto na psicoterapia como na literatura, a análise da personalidade é freqüentemente denominada ‘busca do eu'. Mais freqüentemente como ‘busca do verdadeiro eu', um eu que deve ser procurado porque presumivelmente está escondido”. (SKINNER, 1989 pg.47).
O terapeuta comportamental pode ainda contar com o auxílio de um conjunto de técnicas de modificação de comportamento, em casos necessários, cuja eficácia já foi clinicamente comprovada e auxiliam o cliente no seu restabelecimento psicossocial, quando sua interação social foi seriamente comprometida em função de transtornos específicos.
A psicoterapia comportamental é amplamente utilizada no tratamento dos transtornos de humor, no tratamento dos transtornos de ansiedade, dos transtornos psicossomáticos e alimentares. (SHINOHARA, 1997) O reconhecimento de seu potencial terapêutico também vem ocorrendo por outros profissionais da área de saúde mental.

 

domingo, janeiro 19, 2014

Guia para Compreender os Esquemas
Baseado em: Leahy, R. L. (2006). Técnicas de Terapia Cognitiva: Manual do Terapeuta. Porto Alegre: Artmed
Descobrimos que as pessoas diferem naquilo que as deixa deprimidas, ansiosas ou com raiva. Referimo-nos a essas diferenças como esquemas. Esquemas são as maneiras habituais por meio das qual você vê as coisas. Por exemplo, a depressão caracteriza-se por esquemas relacionados à perda, privação e fracasso; ansiedade é caracterizada por esquemas relacionados à ameaça ou medo de fracasso; e a raiva caracteriza-se por esquemas relacionados a insulto, humilhação ou violação de regras. Pesquisas sobre personalidade indicam que as pessoas diferem nos temas subjacentes à depressão, ansiedade ou raiva.
Cada um de nós vê as próprias experiências em termos de certos padrões habituais de pensamento. Uma pessoa pode focar muito as questões envolvendo realização, outra as questões em torno da rejeição e outra ainda as questões ligadas ao medo de ser abandonada. Digamos que seu esquema — sua questão ou vulnerabilidade em particular — esteja relacionado com realização. As coisas podem estar indo bem você no trabalho, mas então você tem um contratempo que ativa seu esquema sobre realização — a necessidade de ser muito bem-sucedido de modo que não se veja como fracasso. O contratempo no trabalho levar ao esquema de fracasso (ou estar ”na média”, o que equivale a fracasso), e então você fica ansioso ou deprimido.
Ou digamos que seu esquema esteja relacionado a questões de abandono. Você pode estar muito vulnerável a quaisquer sinais de rejeição ou abandono. Enquanto o relacionamento for bem, você não fica preocupado. Mas, devido a esse esquema, você pode preocupar-se com o abandono ou a rejeição. Se o relacionamento acaba, isto o leva a sentir-se deprimido porque não suporta ficar sozinho.
 
Como Compensamos Nossos Esquemas
Se você tem um esquema sobre uma questão específica, pode tentar compensar essa vulnerabilidade. Por exemplo, se você tem um esquema de fracasso ou indicando que estar na média seja ruim, você trabalhar excessivamente — neste caso, você está tentando compensar a percepção de que pode acabar sendo inferior ou não ter um desempenho à altura de seus padrões de perfeição. Você pode compensar checando seu trabalho repetida vezes. Como conseqüência, as pessoas podem vê-lo como muito absorvido no trabalho. Você pode encontrar dificuldades em relaxar, pois se preocupa por não estar trabalhando o suficiente, que algo deixou de ser feito, ou que está perdendo sua motivação.
Se seu esquema é de abandono, você pode compensá-lo dedicando todo o tempo a seu parceiro ou parceira. Você pode temer ser assertivo, pois teme ser abandonado. Ou você pode constantemente buscar um reasseguramento  junto a seu parceiro de forma a sentir-se seguro, mas isto não dura muito tempo. Você continua vendo sinais indicando que seu parceiro irá embora. Outra forma de compensar o esquema de abandono constituir relações com pessoas que não satisfazem suas necessidades, mas com quem deseja estar ligado porque não quer ficar sozinho. Ou permanece em relacionamentos muito além do ponto que parece razoável, pois pensa que não vai suportar ficar sozinho.
Como você pode ver, tentar compensar os esquemas subjacentes pode criar problemas adicionais. A ”compensação” pode levá-lo a sacrificar suas necessidades, trabalhar compulsivamente, buscar relacionamentos desvantajosos, preocupação, exigência de segurança e outros comportamentos problemáticos. E o fato mais importante sobre essas compensações é que você nunca realmente aborda seu esquema subjacente. Por exemplo, você pode nem mesmo questionar sua crença de que tem de ser especial, superior, evitar ficar na média, evitar ficar sozinho, etc. Portanto, você nunca realmente modifica o esquema. Ele continua lá — pronto para ser ativado por certos acontecimentos. É sua vulnerabilidade contínua.
 
Como Evitamos Enfrentar os Esquemas
Outro processo que cria problemas é a “esquiva do esquema”. Isto significa que você tenta evitar enfrentar quaisquer questões que toquem seu esquema. Digamos que você tenha um esquema de fracasso; sua idéia é de que, no fundo, você deve ser realmente incompetente. Uma maneira pela qual você pode evitar testar esse esquema é nunca encarar tarefas desafiadoras ou abandonar as tarefas rapidamente. Ou, digamos que você tenha um esquema que lhe indique não ser digno de amor ou não ser atraente. Como você evita enfrentar o esquema? Você pode evitar contatos com as pessoas que pensa que não irão aceitá-lo. Você pode evitar namorar, pode evitar telefonar aos amigos, pois assume de antemão que as pessoas acham que você não tem nada a oferecer. Ou, digamos que você tenha medo de ser abandonado. Você poderia evitar esse esquema não permitindo aproximar-se de ninguém, ou poderia romper com a outra pessoa precocemente para não ser rejeitado mais tarde.
Outra forma pela qual as pessoas evitam os esquemas — quaisquer que sejam eles — é por intermédio de fuga emocional com uso de substâncias ou comportamentos extremos, como beber muito, usar drogas para aliviar sentimentos, comer compulsivamente ou mesmo atuar sexualmente. Você pode sentir que lidar com os sentimentos é tão doloroso que precisa evitá-los ou fugir deles com esses comportamentos que viciam. Tais comportamentos “escondem” de você seus medos subjacentes, pelo menos enquanto se alimenta compulsivamente, bebe muito ou usa drogas. É claro, os sentimentos ruins voltam novamente, pois você não está realmente examinando e contestando os esquemas subjacentes. E, ironicamente, esses comportamentos que viciam se inserem nos esquemas negativos, fazendo-o sentir-se ainda pior em relação a si mesmo.
De Onde vêm os Esquemas?
Aprendemos esses esquemas negativos com nossos pais, irmãos, colegas e parceiros. Os pais podem contribuir com os esquemas negativos ao fazê-lo sentir que não é bom o suficiente a menos que seja superior a todos, dizendo a você que é muito gordo ou que não é atraente, comparando-o com outras crianças que estão “se saindo melhor”, dizendo que você é egoísta porque tem necessidades, ou se intrometendo em sua vida e dando ordens, ou ameaçando se matarem ou abandoná-lo. Existem muitas maneiras diferentes pelas quais os pais ensinam às crianças esses esquemas negativos sobre si próprias e sobre os outros.
Por exemplo, pense nas seguintes experiências reais que algumas pessoas recordaram sobre como seus pais lhes “ensinaram” os esquemas negativos:
1. “Você poderia sair-se melhor - por que tirou aquele B?”: esquema envolvendo a necessidade de ser perfeito ou evitar inferioridade.
2. “Suas coxas são muito gordas e seu nariz é feio”: esquema de obesidade e feiúra.
3. “Seu primo foi para Harvard - por que você não pode ser mais parecido com ele?”: esquema de inferioridade e incompetência.
4. “Por que vocês estão sempre reclamando? Vocês não percebem que tenho problemas ao cuidar de vocês, crianças?”: esquema de exclusivismo das necessidades.
5. “Talvez eu devesse simplesmente ir embora e deixar vocês crianças cuidarem de si mesmas”: esquema de sobrecarga e abandono.
Conforme indicamos, outras pessoas que não nossos pais podem ser fontes de esquemas. Talvez seu irmão ou irmã o tenham maltratado levando-o a formar esquemas de abuso, não-merecimento de amor, rejeição ou controle. Ou talvez seu parceiro ou parceira tenha lhe dito que você não é bom ou boa o suficiente, levando a esquemas de não ser atraente, não ter valor e não ser digno de amor. Nós até internalizamos esquemas a partir da cultura popular, como imagens de ser esbelta e bonita, ter corpo perfeito, de “como homens de verdade deveriam ser”, sexo perfeito, rios de dinheiro e enorme sucesso. Essas imagens irreais reforçam esquemas de perfeição, superioridade, inadequação e imperfeição.
Como a Terapia Poderá Ajudar?
A Terapia Cognitiva pode ajudá-lo de várias maneiras importantes:
• Aprendendo quais são seus esquemas específicos.
• Aprendendo como você compensa e evita os esquemas.
• Aprendendo como os esquemas são mantidos ou reforçados pelas escolhas que você fez ou as experiências que teve.
• Examinando como seus esquemas foram aprendidos.
• Contestando e modificando os esquemas negativos.
• Desenvolvendo novos esquemas, mais adaptados e mais positivos
 
Arthur Gumarães - Psicoterapeuta Holístico - CRTH-BR 0899 - ABRATH
Atendimentos - Fones (27) 3349-7262 /+/ 99292-2237 E-mail - abguimaraesth@gmail.com

sábado, dezembro 21, 2013









PARA SUA REFLEXÃO
• "Se ame;
• Procure manter-se ativo – para isso tente, invente, sem, contudo almejar que tudo resulte só em sucesso - a mente de uma pessoa desocupada, torna-se oficina do diabo;
• Não se faça cobranças desnecessárias – entenda seus momentos para fazê-las na hora certa;
• Quando se sentir derrotado por ter tentado algo inacessível e frustrar-se, lembre-se que ultrapassou os seus limites;
• Evite a rotina enfadonha – é uma das formas mais estúpidas de persistência;
• Não fique questionando a fidelidade do ser amado – ou a recíproca é verdadeira, ou não, use da sinceridade;• Seja aberto a novas propostas de vida – nem sempre por opção, mas às vezes por necessidade;
• Um pequeno erro pode fazer uma enorme diferença;
• Rejeite as propostas de fazer algo fora do seu alcance ou da sua vontade;
• Quando a disputa se transformar em conflito, já há derrota, mesmo na vitória;
• Viva em harmonia, conciliando as diferenças;
• Questione-se: por que existe algo em vez de nada?
• Cuide-se bem, física e espiritualmente;
• Reprograme-se;
• Liberte-se das amarras;
• Seja participativo – mesmo que a empreitada lhe pareça sem sentido;
• Aceite uma rendição do mesmo modo que enfrentaria um adversário e use da humanidade para torná-los arrogantes;
• Procure controlar-se financeiramente – um dos fatores mais recorrentes para ficar depressivo;
• Respeite seus limites;
• O melhor conselheiro é o tempo, porque é mais velho;
• Procure sua auto-suficiência – as pessoas lhe darão mais crédito, mais valor;
• O medo poderá fortalecer os seus inimigos;
• Resolva um problema de cada vez; não os some – depois dê a volta por cima;
• As dificuldades se resolvem através de danos;
• O sorriso é uma arma, mesmo que seja forçado;
• Ame e viva como a natureza - a máquina tecnológica poderá engoli-lo;
• Procure ser original;
• Deixe que digam, que falem... Seja você mesmo; a autenticidade é coisa digna de se admirar numa pessoa;
• A melhor ajuda que um pai pode dar a um filho é deixá-lo fazer-se por si mesmo;
• Procure adequar o seu tempo para ser livre e feliz;
• Programe e faça viagens que até agora só existiram em sua imaginação;
• Controle seus impulsos;
• Procure amizades sinceras;
• Não esqueça jamais de quem já lhe deu a mão;
• Dizem: a vida é uma festa;
• Dê-se um tempo – "O tempo, tem o tempo que o tempo tem";
• Deposite em um vaso imaginário suas mágoas adquiridas nesse período e enterre-o, assim estará sepultando as "pequenas" lições aprendidas;
• Não fique só consigo mesmo; "Quem não se comunica...";
• Valorize as coisas simples da vida;
• O amor que você recebe é igual ao que você dá;
• O cérebro é o seu próprio lugar e pode dentro dele fazer do céu um inferno, ou do inferno um céu;
• Quanto mais escura à noite, mais brilham as estrelas;
• O homem gosta de contabilizar os problemas, mas não conta as alegrias;
• Seja um sol; irradie luz;
• Para mim é absolutamente fundamental que o espetáculo não termine aqui em baixo, na terra;"
* Próprias  de diversos autores, conhecidos ou não. Interpretações e adaptações livres.
Tenha certeza: você nunca estará só.
Estenda sua mão ;  alguém vai segurá-la em amparo.
Sua dor é sagrada; a lágrima que rola em sua face e bendita.
Seu sorriso reflete a luz espiritual que brilha em seu interior.
Muita Paz e que o Novo Ano seja de alegrias e realizações.

domingo, novembro 10, 2013

 
 
Porque Existe Algo em Lugar de Nada

Pirineus de Souza
“Quando a Depressão Ataca”
 
Até o presente momento não abordei as saídas pelos seus lados místicos. Não procurei tocar em suas crenças. Ser ateu, agnóstico é mais prático. Não temos que pensar no depois; fica ncrivelmente mais fácil não sentiremos culpa.
Aqui é o começo e o fim; ponto final. Se assim pensa, é tudo uma questão de princípios, que todos devem respeitar. É a lei do livre arbítrio. Naturalmente, você observa que tudo já existia antes de você, continua mesmo nesse seu período difícil da vida e continuará depois que a sua estadia por aqui não passar de uma lembrança. Isso não atrapalhará a sua busca para curar-se, mas para quem tem a crença, os caminhos são mais fáceis, porque terá motivações mais fortes para vencer a doença. Isso talvez o faça pensar estar sendo ambíguo e mostra a maneira mais fácil e explícita de todas até aqui tratadas para as fugas.
Normalmente, antes de sua chegada até aos especialistas da psique, você por livre iniciativa e que tem uma crença verdadeira, procurará lenitivos nela, o que não é negativo - muito pelo contrário. Se o seu caminho não foi esse, pode ter certeza que outros lhe serão sugeridos.
O ser humano, desde os seus primórdios, já adorava os astros celestes, o fogo, a água. Com o seu desenvolvimento surgiu o politeísmo, as seitas orientais, o cristianismo com todos os seus cismas... Opções não haverão de faltar-lhe. A princípio, não refute a ajuda espiritual que lhe oferecerem. Mantenha suas crendices, mas com certeza em momentos você estará em meio a um ecumenismo que poderá trazer maiores transtornos que benefícios. Pondere que a sua crença básica não deve ser abalada: ela deverá continuar a ser a sua pilastra mestra. Acresça a ela o que julgar pertinente, mas mantenha uma linha para não se perder.
A religiosidade está em alta como nunca esteve, podendo envolvê-lo com oportunistas e isso é que não falta na praça. Portanto, cautela em suas peregrinações. Lembre-se que você ainda é um alvo fácil. Evite as ciladas, se precavendo. Você não perdeu sua capacidade de discernimento; apenas está triste e fragilizado.
Não se condene por apegar-se à religiosidade, que é como sabemos, um fato muito comum. Afinal, somos humanos e entre nós, isso é perfeitamente necessário. Nas horas difíceis é onde
mais lembramos das nossas crendices, esse porto seguro nos torna mais fortes e, como se diz, a fé remove montanhas.
Você sente ou sentirá que mesmo os terapeutas laconicamente, cautelosamente, nos incentivam para que não deixemos nossas crenças de lado. O tratamento especializado não é incompatível com a nossa religiosidade. Muito pelo contrário, eles se completam; um pode servir de apoio para o outro.
Procure positivar-se em suas atitudes e pensamentos, pois é comprovado pela própria ciência que a terra onde vivemos, mantém o seu equilíbrio na compensação das cargas negativas e positivas. Agindo dessa forma, você vibrará de acordo com a natureza, o exemplo maior.
O aconselhamento de leituras de salmos se ainda não aconteceu, pode ter certeza que ainda virá. Talvez abranja todo o Novo Testamento, não deixe de lê-los - ainda que seja agnóstico, pois eles trazem ensinamentos de vida preciosos; são pérolas do saber humano, iluminados pelo divino.
Livros e mais livros lhe serão sugeridos. Leia-os. Ler nunca é demais, não com a pretensão de nos tornarmos sábios, mas de aplicar os ensinamentos da leitura no nosso dia a dia. Esse lazer servirá também, para preencher o seu tempo e você com certeza, há de sentir-se melhor.
Campanhas religiosas lhe serão ofertadas – algumas exigirão a sua presença, se possível faça-as. Afinal, tudo se resume entorno de um Ser supremo, as maneiras de se chegar a Ele é que divergem. Se a sua religião não lhe permite escapes, não se contrarie, fique só com os seus dogmas. Aprofunde-se nos seus ensinamentos, isto o fará sentir-se melhor. Como na vida tudo tem o seu preço, lembre-se dessas palavras: "Faça a sua parte, que eu lhe ajudarei".
Se você não crê em entes superiores e o embasamento material já lhe é suficiente, procure fazer a  ua parte, acreditando que somos possuídos de energias vitais e que, se  usadas positivamente, podem nos levar aonde quer que pretendamos.
Podemos estar cercados por uma multidão e nos sentirmos sós. Já que estamos falando de entidades maiores, porque só você há de ser o centro das atenções? Existem "n" pessoas, "n"
coisas além de você e no seu íntimo, o nosso "eu" vem em primeiro lugar, depois o resto. Se assim não for está errado, pois está escrito que devemos amar a Deus como a nós mesmos, e que fomos feitos a sua imagem e semelhança. Se você deixou de se amar, medite nas colocações escritas por Milton em "Paraíso Perdido": "O cérebro é o seu próprio lugar e pode, dentro dele, fazer do céu um inferno, ou do inferno um céu". No seu caso pode ser que se enquadre na primeira premissa, mas suas crenças poderão ajudá-lo a fazer do seu inferno um céu.
A relatividade do tempo nos leva a pensar na morte e aqui voltamos ao separador: de quem Nele acredita daqueles que não. Isso porque a morte para os primeiros, significa o renascimento para uma nova vida e para os outros o fim: a matéria dará continuidade ao ciclo vital da terra. Não importa a crença, mas o fato mais concreto continua a ser a morte, o que torna importante tomarmos a resolução: por que não viver enquanto ela não chega? Mas viver é não vegetar. É muito importante que você viva até morrer.
Respeitar o ciclo vital para os que Nele crêem, torna-se mais significativo, devido às leis do pós-morte existentes. Os não crentes podem não se sentir aprisionados, daí onde colocamos as antagens de quem as possui sobre o outro grupo.
Antes devem procurar se amar, tornar possível a realização de suas curas, encontrar novamente os caminhos do poder sonhar e adotar o lema: ‘Liberdade é pouco; o que eu quero ainda não tem nome". Mas lembrando sempre: "O preço da liberdade é a “eterna vigilância". Como complemento: "A liberdade de um termina quando começa a do outro". Tudo isso se aplica na aceitação dos outros como são, inclusive com as suas crenças religiosas.
A esperança nos recursos humanos, para a sua cura, como sabemos é básica, cabe a você colaborar e lembrar que: "Ele deixou as coisas para se organizarem por si mesmas".
Confortavelmente, pense: "não sou dono do mundo, mas sou filho do dono".